SORTEIO DE 10 INGRESSOS PARA O XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE UFOLOGIA

Amigos, tradicionalmente fazemos um sorteio de ingressos para nossos eventos e nesta semana faremos a mesma coisa oferecendo 10 ingressos para XXIV Congresso Brasileiro de Ufologia, que ocorrerá em Curitiba, de 15 a 17 de março. Para concorrer, mande um e-mail para o endereço abaixo com o título “QUERO MEU INGRESSO”. Mais nada. Não escreva nada no e-mail, porque ele não será lido e nem respondido. Pronto. Sortearei os 10 ingressos no dia 31/01.

MANDE PARA a.j@gevaerd.com

https://www.ufologiabrasileira.com.br/
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3 respostas para SORTEIO DE 10 INGRESSOS PARA O XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE UFOLOGIA

  1. pricila oliva de souza pauli disse:

    Bom dia!

    Gostaria de encontrar um grupo de estudos em Curitiba

    meu e-mail priospauli@outlook.com

    Gratidão!

    Pricila Pauli

  2. Bruno Born Neto disse:

    O Gevaerd é de Curitiba ele pode te ajudar. Tente contato pela revista UFO.

    Abs

  3. Um ponto de partida
    Caros amigos da ufologia, sabemos que existem n aparições de naves aliens por aqui e também no espaço exterior. Porque não há contato? Porque não há contato?
    Comecemos por uma analogia, deixando de lado aqui a teoria que nos mostrava a Terra como único habitat do universo, de onde ainda provêm alguns equívocos crassos. Um universo de bilhões e bilhões de galáxias…. Uma galáxia com bilhões de sóis…. E só a Terra tem vida….!?
    Para a ufologia essa questão está, em parte, respondida. Sim, em parte pois, a ajudar a comprometer a verdadeira resposta está o fato de que, ainda encaramos a formação planetária como sendo estritamente da condensação dos gases circundantes às estrelas. E aí teríamos os sistemas solares. Isso encarando a vida como tendo sido formada praticamente ao acaso, vindo a ser a consequência do big bang. Mas, e se mudássemos o paradigma….? Apenas por um instante…. Ora, para ocorrência do big bang foram necessárias leis, pré existentes ao mesmo…. E essas leis são lógicas, portanto refletem uma inteligência….. Que teria começado naquele momento…..? Bem…. Vamos tecer algo sobre.
    Se consideramos a vida como consequência a partir daquele momento ou singularidade cósmica vamos ter dificuldades em responder a muitas questões: como Giordano Bruno encarna aqui e morre queimado em 1600 afirmando que há inúmeros outros mundos com vida? Como justificar a vinda aqui de Cristo, de Joana D’Arc, Galileu, Sócrates, Einstein enfim uma série de pessoas que nos pregam ideias fantásticas por sua profundidade e utilidade. De onde vieram essas pessoas, esses gênios que alavancam nosso progresso nos alertando para coisas inimagináveis até então? Ou mesmo as pitonisas do oráculo de Delfos que curavam e ditavam conselhos para os governos, ou Nostra Damus ? Sabemos que não há como tirar algo do zero, de onde nada existe. Mas se pode implementar em algo que está a nível zero, por transferência de conhecimentos.
    Então, agora, coloco algo que pode resolver muitas questões e nos livrar de um engessamento paradigmático arcaico.
    Temos, na doutrina espírita de Kardec, e no espiritualismo do Racionalismo Cristão, que espíritos reencarnam na Terra para fins de aperfeiçoamento sendo que, na citada segunda vertente, mais completa a meu ver, se esclarece que a Terra é um mundo escola. Só aí, nesse aspecto revelador, já podemos notar que não foi o big bang, se é que existiu, quem gerou a vida, e sim, exatamente o contrário. Ou seja, Criação é sinônimo de transformação da matéria pela força inteligente ou não.
    Como mundo escola estamos hierarquicamente colocados em 6º lugar na organização que tipifica os mundos. E, como humanidade vamos aos poucos abrindo os olhos tanto para o cosmos a nossa volta quanto para a tecnologia, e por aqui reencarnam espíritos, com uma evolução mais acentuada, que a isso dão o referido trato. E porque essas lacunas não foram sanadas por algum visitante alien? Porque não se pode queimar etapas, porque ao queima-las perderíamos a chance de ainda ter por aqui um ambiente moral e intelectualmente propício a determinados acontecimentos políticos, religiosos e culturais ainda necessários a uma boa porção da massa de reencarnantes dessa Terra, e porque um mundo, tal qual o espírito, tem que se fazer por si mesmo pelo seu esforço e trabalho.
    Outro ponto a ser considerado é que: por exemplo, numa escola de primeiro grau os alunos ali não conhecem os conteúdos que estão presentes numa escola de segundo grau, e somente pouco a pouco vão conhecendo suas existências através de um despertar cadenciado e irrevogável. Isto é evolução, e este mesmo processo ocorre com os mundos em seus vários níveis hierárquicos. Ou seja, determinados conhecimentos são ainda obscuros por aqui porque não temos bem desenvolvida a capacidade de usa-los somente para o bem.
    Ora, se fizermos um exercício mental e, dentro dele percebermos uma lógica razoável, é sinal de que algo de útil ele possuí. Em 1959 Charles Darwin, após 10 anos de hesitação, lança um olhar definitivo sobre a origem e desenvolvimento da vida por aqui. Será somente por aqui? Será que essa evolução ocorreu vinda de baixo para cima, aleatoriamente, sem nenhum propósito, ou foi aqui meticulosamente instituída, em mais um planeta para que esse se tornasse, no futuro algo parecido como o nosso? Será que essa organização hierárquica acima exposta, e, da qual somente em 1910 tomamos conhecimento é fruto do big bang, fruto de um arranjo casual de átomos e moléculas? Ou será que Darwin descobriu, não o início de tudo, mas uma amostra terrestre de como se inicia a vida em qualquer mundo? Será que essa confluência para a culminante existência do ser humano em um mundo é apenas uma grande, desordenada, despretensiosa e inconsequente ação de uma explosão?
    Ao longo de nossa história, muitos homens de grande valor moral e grandemente sábios nos falaram de Deus, de suas leis e propósitos para com o ser humano. Mas esse ser humano é um espírito reencarnado um indivíduo ou um “indivisível duo” de espírito e corpo, portanto de Força e matéria. E esse ser ou espírito tem que evoluir e precisa de muitas reencarnações para isso e então temos os mundos escolas ou de 6ª categoria. E seu corpo físico atende à curva de Gauss, nascimento, viço e morte.
    Nosso mundo também é um corpo vivo e, portanto, atende à curva de Gauss. Mas, se ele fenecer, onde reencarnarão os espíritos? Assim como, o espírito que desencarna, ao necessitar de mais experiências por aqui, vai utilizar-se novamente de um corpo físico, os mundos que, pelo nível de evolução atingida, e pelo natural desgaste de seus recursos naturais não mais são propícios ao tipo de vida material, tal um corpo físico de um ser idoso e já sem vida, é abandonado pela nuvem fluídica de informação egressa daquele mundo, tal e qual um espírito abandona o corpo físico na desencarnação. Isso porque tudo tende a diafanização, inclusive vemos isso com as pesquisas onde se procura chegar ao computador quântico e a desenvolver-se controles via impulsos mentais, coisas que, certamente, estão presentes nas naves alienígenas que nos visitam e que servem para nos instigar para àquele nível, um dia, chegar.
    Um corpo físico é gerado pelo próprio espírito, claro que obedecendo à leis, ou seja, o espírito constrói seu corpo com seu influxo energético. E esse corpo é uma escola para átomos, moléculas e células. Ou seja, uma inteligência mais evoluída constrói uma máquina, que lhe serve, e ao mesmo tempo serve ao aprendizado de outros seres numa escala de menor evolução.
    Deus constrói o Universo, que lhe serve e também aos que nele evoluem. E quanto aos mundos, que são, como vimos, escolas?
    No agroglifo de Milk Hill de 12/08/2001 vemos que existem 6 curvas e que estas podem muito bem equivaler-se ao postulado de Gauss, e que, naquele caso representariam as trajetórias evolutivas dos mundos, que, como vimos servem à evolução, mas que, muito provavelmente, não são obras diretas de Deus ou da Inteligência Universal, assim como cada corpo humano não o é, e sim, é uma criação da Força inteligente, que o anima com fins evolutivos, denominada espírito. Existem 6 curvas, e os mundos escolas são de 6ª categoria, e ao final das curvas, ou seja, ao final dos recursos naturais dos ditos mundos esses encontram um outro mundo totalmente intacto, primitivo ou de 7ª categoria. Vimos que, quem prepara a escola para si também a prepara para aqueles que ainda cabem dentro do seu sistema organizativo de trabalho ou numa hierarquia abaixo da sua. Ora o espírito somente se liga ao embrião quando esse ascende ao patamar de feto, no início do 3º mês de gestação. Até então esse serzinho foi trabalhado pela gestante, ou seja, por uma pessoa com ascendência sobre ele.
    Então, se essa escola Terra já evoluiu a ponto de não mais poder ensinar aos mais primários, pois vemos que os indígenas aqui estão rareando, outra escola tem que ser criada, pois sempre existirão espíritos nos primeiros patamares. Mas a par do problema de ter que continuar ensinando os mais atrasados, num planeta também mais atrasado, o homem não tem condições de criar um novo planeta.
    Vimos que o espírito necessita de um ponto de partida ao reencarne que é o embrião. A partir de 2017 alguns agroglifos passaram a nos informar, segundo minhas deduções, da existência de um mundo na zona habitável do sistema solar, ou na 3ª órbita. Vejam que o espírito se liga ao embrião no 3º mês e a vida se desenvolve na 3ª órbita. Esse mundo vai ser alvo de nossa conquista e exploração, e vamos preparar nele as condições para que os seres primitivos que ali hoje habitam desenvolvam sua inteligência e própria civilização, tal e qual fizeram conosco os antigos aliens. Esses nos abandonaram mais ou menos na época de Cristo, sem dúvida um marco de humanidade, parecendo uma espécie de pós graduação ou batismo de sangue, nos informando, em definitivo, da nossa condição de irmãos. Fomos, então, considerados prontos para, minimamente nos respeitarmos e nos desenvolvermos, e ao par de dois mil anos estarmos prontos, moral, intelectual e tecnologicamente para encontrar um mundo novo e trata-lo tão bem quanto um espírito trata seu feto, pois ao executarmos atividades, levando inteligência aos primitivo de lá, vamos também aprendendo e evoluindo. Algo que julgo importante, pela antevisão do que está projetado em Milk Hill, é o filme “2001 Uma Odisseia no Espaço” de Stanley Kubric de 1968, onde um imenso monolito preto concede inteligência àquilo se aproxima e, em 2001 fez 33 anos da sua estreia, e esse 33 ao somarmos 3 + 3 = 6, o que se poderia ler como: quem levará a inteligência aos homens macacos do mundo primitivo será um planeta escola que são os de 6ª classe, lembrando que o monolito tem 6 lados e (3 x 3) + 6 = 15, o que, a meu ver é uma alusão a 1UA. E 33 também é o limite das classes espirituais na Via Láctea segundo o Racionalismo Cristão. Abaixo 3 amostras que ratificam o exposto até aqui.
    https://circulosdepoder.blogspot.com/2009/09/e17-uma-mensagem-logica-num-belo.html
    https://circulosdepoder.blogspot.com/2011/07/e-36-uma-imagem-incontestavel.html
    http://www.cropcircleconnector.com/2019/NorridgeWood/NorridgeWood2019a.html
    O embrião torna-se feto no início do 3º mês de gestação, mais exatamente com 2 meses e 1 semana, e a Terra está na 3ª órbita tendo antes de si 2 planetas. E aqui é o berço da vida material, aqui, digo, nos mundos escolas, onde se criou a possibilidade da parcela da Força(espírito) evolucionar pelos 3 reinos da natureza.
    E essa capacidade de vida, como podemos observar na lógica do que descrevo, é fornecida sempre por alguém em um ponto evolutivo bem acima daqueles que irão cursar a escola organizada, seja essa um mundo, um sistema solar ou um corpo biológico. E Deus? Ele nos fornece a Matéria ou fluído universal, nos fornece o tempo, o espaço e as leis evolutivas que regem o universo para que seus filhos, ou as parcelas de Força oriundos Dele, possam evoluir no trabalho de transformação da matéria criando e produzindo.
    Então, o que acontece é que, a Terra é partícipe de um sistema evolutivo denominado por nós de sistema solar, onde, conforme colocado, os de maior evolução auxiliam os de menor evolução e, por isso, vamos encontrar o dito mundo primitivo na nossa UA. Nela estão os 3 tipos de mundos de vida ainda material. Os agroglifos informam que ao encontrarmos o mundo primitivo alçamo-nos ao patamar de mundo denso ou de 5ª categoria e o mundo primitivo ou 7ª já irá se classificar como de 6ª categoria ou escola, assumindo o lugar da vacância originada na subida de categoria da Terra. Mas nesse sistema falta o mundo primitivo, que um dia irá ser o mundo primitivo desse agora encontrado. Esse mundo acredito que seja o planeta Marte que, é o 4º planeta e tem, num pequeno embaralhamento a palavra “Tera”, e começa com a 13ª letra e, ao somarmos 13 + 4 (4ª órbita) = 17, e sabemos que os mundos de vida ainda material, nos seus 3 tipos, recebem para aprendizado espíritos reencarnantes até a 17ª classe espiritual. E a palavra “tera”, que no SI é uma adaptação arbitrária do grego tetra- ‘quatro’, nos mostraria que Marte seria sim esse 4º planeta, até mesmo porque, e aqui mais uma pista ou insistência minha, onde no 13 podemos ter 1 + 3 = 4. Então esse planeta teria que ser trabalhado para se tornar um mundo primitivo, sendo no caso o 4º mundo de vida material descansando. E a distância entre Marte e Terra é 80 milhões de km, e esse 8, para mim uma alusão à lógica universal, e que, nas séries ao temos 7 tipos de mundos, com o 7º sendo o primitivo, teríamos no 8º tipo um mundo ainda mais no início de sua formatação para a vida que estaria sendo, novamente ali implantada.
    O que acontece? Para mim, segundo a formação de Milk Hill de 2001, que mostra os ciclos evolutivos dos mundos, essas esferas físicas são utilizadas num método contrário a um reencarne, pois nesse para cada reencarnação se usa um corpo físico e no caso dos planetas, quando o mundo atinge ao patamar de mundo Intermédio ou de 3ª classe, sem mais vida material, a nuvem de informação, ou seja, o que realmente interessa e tem valor, auto extrai-se do mundo e deixa aquela carcaça para revitalizar-se num repouso milenar, onde, um outro mundo de maior evolução irá trabalhar segundo o explicitado no agroglifo.
    Então, por isso é que temos, que eu saiba, uns 5 ou 6 agroglifos onde aparece com nitidez o sistema evolutivo dos planetas de vida ainda material como sendo triplos, ou seja, os 3 mundos de vida ainda material aproveitam a mesma estrela.
    Agora, encerrando, duas observações:
    Artur Berlet foi abduzido em maio de 1958, quando desapareceu por 11 dias, sendo levado para um planeta chamado Acart, a aproximadamente 65 milhões de quilômetros da Terra, demorando cerca de 38 horas para chegar, e lá ficou 11 dias em uma cidade com quase 90 milhões de habitantes. Analisando aqui vemos que: maio é o mês 5, temos 11 dias de abdução, 38 horas e 90 000 000. Vejam só…. 1 UA é 150 000 000, ou seja, 9 algarismos e 7 zeros, igual representação gráfica indicada em 90 000 000 ! AGORA, SE substituirmos cada zero pelo marco zero da astronomia ou 1 UA que é, simplificadamente 1,5, temos 1,5 x 7 = 10,5, e se subtrairmos 9 ficamos com 1,5, ou mais uma referência a nossa UA. Quanto ao 65 se fizermos 6 x 5 = 30 ou, simplificando 2 x 1UA = 300 000 000 de km. E onde estaria então esse mundo? Me parece que, obviamente, no sistema solar, diametralmente oposto a colocação da Terra. Se somarmos 1 + 9 + 5 + 8 + 5(mês) = 28, onde fazemos 2 + 8 = 10, e ao somarmos com 11(dias) obtemos 21 ou, novamente, uma referência aos sistemas evolutivos planetários representados nos agroglifos n vezes, onde aparecem a existência vinculada de 3 séries ou famílias de 6 ou de 7 tipos de mundos. E ao fazermos 90 – 6(zeros) = 84, obtemos a mesma quantidade de mundos, hierarquicamente distribuídos em 12 séries, que nos fornece o agroglifo do grande “8” de 8 de agosto de 2008. Outra coisa é que, ao darmos um giro de 180 graus no 9 obtemos o 6 e, ao somarmos 9 + 6 = 15 ! Se notarmos bem, os 7 zeros significariam um mundo que está no ponto zero ou primitivo (7º), e ao fazer 9 – 7 = 2, esse 2 nos mostra os dois outros mundos que não estão mais nos patamares zero, e em 9 x 7 = 63 notamos a alusão a 3 tipos de mundos escolas. Mais um cálculo: ok, temos 6 zeros, e ao fazermos 9 – 0, ou 9 – 1,5 = 7,5 vemos que existe então uma referência a um mundo classe 6, um mundo classe 7 e um mundo classe 5. Num outro tipo de análise temos: 6 zeros numa alusão aos mundos escola ou de 6ª classe, e fazendo 9 + 0, ou no caso, 9 +1,5 = 10,5, e desse resultado retirando 6 (zeros) ficamos com 4,5 ao que podemos, dentro da nossa lógica, atribuir uma referência a um mundo classe 4 ou Opaco e um mundo classe 5 ou Denso, isso será a realidade nossa logo após acessarmos o mundo primitivo que de 7º passa para 6º. Também no 11 observamos uma alusão aos 11 atributos do espírito, os quais são buscados por todos até a 17ª classe espiritual. E, culminando no nome do mundo Acart, onde eu leria como a A Carta, podemos ler também Tarca (Tasca) só que, em lugar do S(19ª letra) temos o R(18ª letra), onde o RS poderia ser lido como Revoluteando o Sol, o 19 é início do equilíbrio da contração das 3 séries ( 18 mundos + 1 primitivo). E 18 + 19 = 37, onde podemos ler que, de 7 tipos de mundos 3 revolucionam o Sol, e também em 3 x 7 = 21 obtemos a representação de 3 séries de 7 tipos de mundos, isto é 18 mundos (3 x 6 tipos) + 3 mundos primitivo, sendo um respectivo por série.
    A última observação é sobre a abdução de Nelso Tasca, quando ele, a bordo da nave pergunta à alien Cabalá, onde se encontravam naquele momento, e ela lhe responde que estavam a 180 metros do nível do mar. Convenhamos que, pela análise acima, indicando essa a existência de um mundo orbitando opostamente à Terra, esse 180 pode, e no meu entender deve, ser observado como 180 graus ou, novamente, diametralmente oposto a.
    Em 24/06/1947 começa a ufologia moderna. Ao fazermos 1958 – 11(dias) = 1947.
    Observe-se que temos: no 24 a representação dos 4 tipos de mundos de vida ainda material presentes em 6 séries de 7 tipos de mundos. No 06 a representação da quantidade de mundos efetivamente usados para evoluir o ser humano e também uma referência aos mundos de 6ª classe ou escolas. No 19 temos o encontro do primeiro mundo primitivo por uma das 3 séries de 6 tipos de mundos (3 x 6), ou o início do desequilíbrio da contração. No 47, ao fazermos 4 + 7 = 11 uma referência aos 11 atributos do espírito. Ao somarmos 1 + 9 + 4 + 7 = 21, ou uma alusão aos 21 mundos que compõem as 3 séries de 7 tipos de mundos, que provavelmente se distribuem pelas estrelas mais próximas do nosso Sol. E, ao fazemos 2 + 4 + + 6 + 1 + 9 + 4 + 7 = 33, ou uma forte alusão às 33 categorias espirituais que a Via láctea comporta. Ou seja, espiritualidade e ufologia estão sim, irremediavelmente conectadas nas suas origens, manifestações e objetivos.
    Afinal, não existem pesquisadores que atribuem à Terra a existência de várias humanidades, inclusive com vestígios físicos dessa teoria?
    Carlos Alberto Aires Yates 30/03/2020.

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