Quem somos

 

1. Fundação:

O GAIDU foi fundado em 03 de novembro de 2009, em Porto Alegre.

2. Missão:

Criado com uma linha holística e universalista, tem como missão investigar e debater ocorrências ufológicas com a mente livre e aberta, de forma séria e responsável. Seguindo essa linha de comportamento, os ufólogos gaiduanos devem respeitar todas as correntes de pensamento com relação às manifestações, desdobramentos e implicações da fenomenologia ufológica.

O grupo intensificou, entre suas atividades, a partir de 2014, VIGÍLIAS e PESQUISAS de CAMPO, buscando a utilização de uma metodologia de pesquisa compatível com a complexidade do FENÔMENO UFO e levando em consideração, em suas análises e interpretações, os aspectos relativos à CIÊNCIA e à ESPIRITUALIDADE.

Nossa intenção é manter um intercâmbio de informações com outros grupos afins, para que possamos, juntos, aprofundar um estudo investigatório, buscando, esclarecimentos e uma compreensão maior sobre os fatos analisados, relativo a todo tipo de ocorrências do FENÔMENO no planeta Terra.

3. Objetivo Geral:

O grupo tem como objetivo geral a divulgação e o aprofundamento dos conhecimentos da Ufologia, utilizando um apoio técnico-metodológico, cientifico-espiritualista, que possibilite o estudo e a investigação do FENÔMENO UFO, suas manifestações, possíveis desdobramentos (fenômenos anômalos que sucedem aos avistamentos ou relatos de experiências vividas pelos depoentes contatados) e implicações sociais, econômicas, culturais e religiosas para uma sociedade, e dessa forma procurar esclarecer as hipóteses que tentam explicá-lo.

4. Objetivos Específicos:

4.1 – Investigar e debater o FENÔMENO UFO, sua manifestações, desdobramentos e implicações com a mente livre e aberta, de forma séria e responsável;

4.2 – Propiciar um maior intercâmbio entre seus membros, ufólogos independentes e aficionados por Ufologia;

4.3 – Intensificar vigílias e pesquisas de campo, buscando a utilização de uma metodologia de pesquisa compatível com a complexidade do FENÔMENO UFO;

4.4 – Divulgar a Ufologia por meio de eventos mensais e anuais, de forma ampla e esclarecedora;

4.5 – Manter um intercâmbio de informações com grupos afins.

MGU – MOVIMENTO GAÚCHO DE UFOLOGIA

Para auxiliar na consecução de objetivos, o GAIDU participou, entre outros grupos, da criação do  MGU – Movimento Gaúcho de Ufologia – que possui como metas principais a divulgação da Ufologia e o intercâmbio entre grupos ufológicos e ufólogos independentes no RS e outros estados brasileiros.

CONTATO: mgu.ufo@gmail.com


ESPIRITUALIDADE E UFOLOGIA: ALGUMA CONEXÃO ? 

Sem querer criar polêmica, eu respondo a isso sem nenhuma hesitação: toda conexão. Sim, acredito que a espiritualidade dispõe de ferramentas que podem, e precisam, ser usadas na investigação do Fenômeno UFO, ou seja, da presença e manifestação alienígena na Terra. Está mais do que óbvio, após 65 anos de existência da Ufologia, que apenas a ciência não oferece todas as respostas para o mistério e que devemos buscar em outras searas uma forma mais completa de se entender a ação em nosso planeta destas outras formas de inteligência.

Na verdade, tanto a ciência quanto a espiritualidade não oferecem, isoladamente, as respostas que menciono. Deve-se, assim, empregar ambas as disciplinas para isso. Mas com seriedade e responsabilidade. O Fenômeno UFO é o maior desafio da humanidade em todos os tempos, é algo complexo e intrincado, que terá gigantesca repercussão em nossa vida quando finalmente revelado em sua totalidade. Assim, vale abrir mão de todos os recursos possíveis para compreendê-lo em sua completa extensão, ou seja, usar todas as ferramentas tanto da ciência quanto da espiritualidade.

Além do que, não nos esqueçamos de que nossos visitantes extraterrestres são todos, ou pelo menos 99% deles, praticamente idênticos fisiologicamente a nós, o que pressupõe que nós e eles temos uma relação muito próxima ou mesmo comum, uma ligação que ainda não conhecemos. É como se eles fossem primos distantes, mas ainda assim da “família”. E se nós, seres humanos, somos essencialmente espirituais, muito além da matéria física, uma conclusão razoabilíssima é de que “eles” também sejam espirituais. Talvez até bem mais do que nós. E desta forma, a espiritualidade se torna um meio óbvio de se tentar conhecê-los.

Gevaerd